Tereza Cristina minimiza resistência para o Senado
A senadora Tereza Cristina ironiza sobre eventuais impactos de sua quase ida para a chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto em suas pretensões de comandar o Senado a partir de fevereiro de 2027.
Depois de diversas insistências de Flávio e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para concorrer para a vice-presidência, a parlamentar chegou a acenar positivamente, mas esbarrou na neutralidade decidida pelo seu partido em relação à corrida presidencial.
Nos bastidores, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a postura deve afastá-los da senadora sul-mato-grossense.
Tereza, porém, minimiza a eventual resistência da base de Lula ao seu nome na disputa pela presidência do Senado.
“E qual vai ser a composição do Senado a partir do ano que vem? De esquerda? Não, né”, afirmou.
Relembre a trajetória política de Tereza Cristina
A trajetória política de Tereza Cristina é marcada por forte atuação no setor agropecuário. Ademais, ela construiu uma carreira de destaque no Mato Grosso do Sul. Por conseguinte, antes de chegar ao Senado Federal, a parlamentar exerceu o cargo de deputada federal por vários mandatos.
Além disso, sua projeção nacional aumentou significativamente quando assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Por outro lado, durante sua gestão na pasta ministerial, ela ganhou o apelido carinhoso de “musa do agro”. Logo, essa fase consolidou sua liderança política junto aos produtores rurais de todo o país.
Portanto, sua capacidade de articulação política sempre chamou a atenção dos principais líderes partidários. Em seguida, nas eleições de 2022, ela conquistou uma cadeira no Senado pelo estado sul-mato-grossense. Por conseguinte, sua vitória nas urnas sacramentou seu peso político no cenário nacional.
Além disso, a senadora demonstra habilidade constante para transitar entre diferentes correntes ideológicas. Contudo, ela mantém sua base aliada firme e alinhada aos interesses do agronegócio. Por fim, toda essa bagagem histórica explica sua atual pretensão de comandar a Mesa Diretora do Senado.
Em suma, sua longa jornada pública reforça o tamanho de sua influência institucional. Ademais, cada passo dado pela parlamentar continua ditando os rumos das grandes negociações em Brasília.
Fonte: Veja





