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Governo de MS amplia vacinação contra a dengue, levando em conta o cenário epidemiológico das arboviroses no Estado Foto: Reprodução

Vacinação contra dengue é ampliada em MS; veja quem pode tomar a dose

  • Governo de MS amplia vacinação contra a dengue

O governo de MS liberou a vacinação contra a dengue para os trabalhadores da saúde no Estado. O Diário Oficial do Estado publicou (21) a ampliação e leva em conta o cenário epidemiológico das arboviroses em Mato Grosso do Sul.

Conforme a publicação, a ampliação ocorrerá de acordo com o estoque municipal, e não serão enviadas remessas adicionais aos municípios. Na primeira etapa da imunização, em fevereiro, a vacina já havia sido liberada para os servidores da saúde, mas apenas para os que atuavam na Atenção Primária.

A aplicação da vacina é em dose única, por via subcutânea, indicada para pessoas de 15 a 59 anos, 11 meses e 29 dias, independentemente de infecção prévia por dengue.

Dengue em MS

Conforme o mais recente boletim epidemiológico da dengue, divulgado no último dia 15 pela SES, Mato Grosso do Sul confirmou 827 casos da doença e 5.640 casos prováveis. Até o momento, ninguém morreu em decorrência da doença, conforme o boletim.

Antes de tudo, a proliferação do mosquito transmissor impõe desafios complexos e constantes à gestão pública de Mato Grosso do Sul. Nesse sentido, o combate eficaz à doença exige estratégias que combinem ações preventivas com vigilância epidemiológica contínua. De fato, o investimento na proteção coletiva desponta como o caminho mais viável e seguro para conter novos surtos sazonais.

Além disso, o fortalecimento do sistema de saúde depende diretamente do bem-estar e da segurança biológica das equipes que atuam na linha de frente. Com efeito, imunizar os profissionais assegura a manutenção dos atendimentos essenciais e preserva a capacidade operacional das unidades de atendimento. Dessa forma, a criação desse cinturão defensivo reduz o absenteísmo médico e otimiza a resposta do Estado diante de crises sanitárias imprevistas.

É preciso o engajamento da população na eliminação de criadouros

Contudo, a imunização artificial funciona apenas como uma engrenagem dentro de um mecanismo de defesa muito mais amplo. Todavia, o engajamento da sociedade civil na eliminação de criadouros domésticos permanece crucial para o sucesso de qualquer plano governamental. Do mesmo modo, a conscientização sobre os sintomas iniciais evita o agravamento de quadros clínicos e diminui a pressão sobre os leitos hospitalares.

A princípio, o monitoramento rigoroso das notificações permite o redirecionamento ágil de recursos públicos para as regiões estatisticamente mais afetadas pelo vírus. Afinal, o planejamento estratégico baseado em dados consolidados minimiza os impactos socioeconômicos gerados pelo afastamento de trabalhadores infectados. Por fim, a consolidação dessas políticas integradas consolida um ambiente seguro, promovendo a qualidade de vida e a estabilidade social da população sul-mato-grossense.

Fonte: SES MS