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Os terremotos na Venezuela deixaram 164 mortos e 971 feridos até o momento, segundo atualização que a presidente interina Delcy Rodríguez divulgou nesta quinta-feira (25). Foto: FEDERICO PARRA / AFP

Terremotos na Venezuela deixam 164 mortos e 971 feridos

Número de vítimas de terremotos na Venezuela sobe para 164 mortos e 971 feridos em meio às operações de resgate

Os terremotos que atingiram a Venezuela (24) elevaram o número de vítimas para 164 mortos e 971 feridos, segundo atualização divulgada nesta quinta-feira (25) pela presidente interina Delcy Rodríguez.

O novo balanço amplia significativamente os dados iniciais apresentados pelas autoridades, que mencionavam 32 mortes e mais de 700 feridos nas primeiras horas após os abalos.

O governo venezuelano registrou quase 30 tremores secundários após os dois terremotos principais, o que, dessa forma, aumentou a instabilidade sísmica na região e dificultou as operações de resgate.

Balanço ainda pode ser revisado

As autoridades não detalharam a distribuição das vítimas por região nem atualizaram informações sobre desaparecidos ou danos estruturais em larga escala até o momento.

A sequência de abalos ocorre em meio a monitoramento contínuo de falhas tectônicas na região do Caribe. Onde movimentos entre placas podem provocar eventos sísmicos de alta intensidade.

Equipes de resgate atuam em diferentes regiões afetadas, concentrando esforços na busca por sobreviventes em áreas com maior concentração de danos estruturais. O governo venezuelano mobiliza forças de segurança, bombeiros e equipes de proteção civil para auxiliar na retirada de escombros e no atendimento às vítimas. Hospitais da região reforçam a triagem de emergência e ampliam a capacidade de atendimento para lidar com o aumento repentino de feridos.

As autoridades também intensificam o monitoramento das áreas atingidas para identificar possíveis riscos de novos desabamentos. Engenheiros e técnicos avaliam edifícios públicos e residenciais para verificar a segurança das estruturas e evitar a reocupação de imóveis comprometidos. Em diversas localidades, moradores deixam suas casas por precaução e buscam abrigo temporário em centros de acolhimento organizados pelo poder público.

O Instituto de Sismologia da Venezuela segue registrando e analisando os tremores secundários, com o objetivo de entender a evolução da atividade sísmica na região. O órgão reforça alertas à população para que siga orientações de segurança e evite áreas de risco durante a instabilidade.

Por fim, organizações humanitárias também acompanham a situação e enviam suprimentos básicos, como água potável, alimentos e itens de higiene, para as áreas mais afetadas. As autoridades afirmam que o balanço de vítimas e danos materiais pode mudar conforme as equipes avançam no acesso a regiões mais isoladas e concluem novas avaliações estruturais.

Fonte: exame