Número de mortos sobe para 132 na Colômbia após forte terremoto que destruiu edifícios e suspendeu voos
O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia (10) chegou a 132, enquanto 570 pessoas ficaram feridas. As informações são da Associação Colombiana de Cidades Capitais, que participou anteriormente de uma reunião com o presidente sobre a resposta ao desastre.
A cidade de Pereira, na região conhecida pela produção de café, registrou sozinha 60 mortes, informou a associação.
Cinco capitais do país estão em alerta vermelho, 86 edifícios desabaram e sete aeroportos suspenderam as operações, acrescentou a associação.
Equipes de emergência correm contra o tempo para retirar pessoas dos escombros. Entre as estruturas que desabaram estavam as alas pediátrica e neonatal de um hospital em Cali.
O governo de Abelardo de la Espriella, que tomou posse (7), declarou estado de emergência nacional e enviou soldados para áreas atingidas.
“O governo nacional mobilizou todos os seus recursos para proteger vidas, ajudar as comunidades afetadas e levar ajuda aonde for necessário”, disse Espriella em pronunciamento à nação mais cedo. “A primeira prioridade é resgatar as pessoas presas sob os escombros”, acrescentou.
Tremor forte causa danos em cidades colombianas
O terremoto teve epicentro em San José del Palmar, a cerca de 240 quilômetros de Bogotá. O tremor atingiu a capital do país com força, acionou alarmes e levou pessoas às ruas por precaução. O abalo também causou destruição em várias cidades colombianas, como Cali e Pereira.
Diante da tragédia, líderes mundiais se solidarizaram com a Colômbia. Desse modo, os Estados Unidos anunciaram a destinação de US$ 15,5 milhões em recursos para ações de abrigo, alimentação, proteção e avaliação dos impactos do terremoto, informou o Departamento de Estado.
“Estamos unidos em oração com o povo colombiano e prontos para apoiar o presidente (Abelardo de la Espriella) e seu governo enquanto avaliam as necessidades no local”, afirmou o Departamento em um comunicado.
Fonte: cnn





