Os produtores utilizam antimicrobianos para controlar microorganismos como bactérias, fungos, vírus e parasitas.
A veterinária Silvana Gorniak, da USP, explica que, na criação animal, esses produtos têm quatro usos principais:
- o terapêutico: para tratar o bicho que apresentou algum sintoma;
- o preventivo: para evitar que a doença apareça;
- o metafilático: para conter um surto na criação.
- promotor de crescimento: nesse caso, os antimicrobianos são incluídos na composição da ração para melhorar o desempenho animal.
A UE já adota uma políticia de tolerância zero para o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento. Um exemplo de susbtância usada para esse fim é a monensina, um dos aditivos mais usados em confinamentos bovinos.
“Existe uma frase que a gente sempre fala que o que não mata, fortalece. E aí cada vez mais fica mais difícil ter antimicrobianos que possam combater essa bactéria.
Por fim, em entrevista ao Globo Rural no início de maio, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, garantiu que os exportadores de carne de aves já não usam antibióticos para melhorar o desempenho em nenhuma fase da criação.
Fonte: globo rural/g1





