UFMS abre inscrições para Hackathon de Políticas Públicas
O Laboratório de Estudos Urbanos (LEU) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está com inscrições abertas para o I Hackathon de Políticas Públicas do estado. A proposta é desenvolver ideias voltadas ao poder público.
O evento será uma maratona de 12 horas para criar soluções para problemas da população. A atividade acontece no dia 17 de maio, das 8h às 20h.
As propostas devem abordar cinco temas:
- Mulheres
- Juventude
- Igualdade racial
- População LGBTQIAPN+
- Cidades inteligentes
Quem pode participar
Podem se inscrever pessoas com 16 anos ou mais, que morem em Mato Grosso do Sul. É necessário se enquadrar em pelo menos um dos perfis:
- estudantes do ensino médio ou superior
- professores e pesquisadores
- profissionais do serviço público
- pessoas do terceiro setor ou da iniciativa privada
- integrantes de movimentos sociais, empresas juniores ou centros acadêmicos
As inscrições podem ser feitas de forma individual. Assim, cada pessoa participa com seu próprio projeto inicial.
Além disso, é possível se inscrever em equipes de três a cinco pessoas. Dessa forma, há espaço para trabalho colaborativo entre os concorrentes.
Quem se inscrever sozinho poderá formar grupo no início da maratona. Consequentemente, terá a chance de se integrar a uma equipe antes de começar os trabalhos.
Premiação
As propostas serão avaliadas por uma banca de especialistas, com base em originalidade, impacto social e viabilidade técnica. As três melhores equipes receberão prêmios em dinheiro:
- 1º lugar: R$ 3.000
- 2º lugar: R$ 2.000
- 3º lugar: R$ 1.000
O Hackathon de Políticas Públicas da UFMS ultrapassa a ideia de simples competição acadêmica e se coloca como um laboratório vivo de cidadania. Além disso, incorpora a universidade no debate sobre as reais necessidades da população sul‑matogrossense.
Ao reunir estudantes, servidores, pesquisadores e representantes da sociedade civil, a iniciativa fortalece a interação entre o poder público e as demandas sociais. Assim, transforma a sala de aula em espaço de escuta, inovação e responsabilidade coletiva.
Os temas escolhidos — mulheres, juventude, igualdade racial, população LGBTQIAPN+ e cidades inteligentes — mostram a intenção de tratar a política como prática inclusiva. Dessa forma, coloca no centro da discussão grupos historicamente marginalizados ou sub‑representados nas decisões públicas.
Por fim, a estrutura de 12 horas de maratona reforça a ideia de urgência em encontrar soluções. Assim, destaca a necessidade de respostas rápidas e eficazes. Dessa forma, busca soluções viáveis e impactantes para problemas reais. Além disso, estimula a capacidade de síntese entre os participantes.
Consequentemente, o tempo curto exige organização e foco. Dessa maneira, potencializa o trabalho em equipe durante a maratona. Por fim, o formato incentiva o pensamento crítico entre os participantes. Assim, a competição combina pressa, criatividade e responsabilidade.
Por fim, a premiação em dinheiro confere visibilidade às propostas mais bem avaliadas, incentivando a continuidade dessas ideias além do evento. Assim, o hackathon se torna um ponto de partida para experiências reais, com potencial de virar programas, projetos ou melhorias em políticas públicas já existentes.
Fonte: G1





