Filha do fundador do Walmart, Alice Walton lidera a lista de Bilionários da Forbes pelo segundo ano consecutivo
Alice Walton, filha do fundador do Walmart, Sam Walton (falecido em 1992), aparece pelo segundo ano consecutivo como a mulher mais rica do mundo na lista de Bilionários da Forbes. A herdeira tem uma fortuna estimada em US$ 134 bilhões (cerca de R$ 700 bilhões).
Aos 76 anos, a bilionária está à frente de Françoise Bettencourt Meyers. Herdeira da L’Oréal, e de Julia Koch, viúva do industrial David Koch (falecido em 2019), que ocupam o segundo e terceiro lugar no ranking. Respectivamente, com patrimônios estimados em US$ 100 bilhões (R$ 521,3 bilhões). E US$ 81,2 bilhões (R$ 423,3 bilhões).
Junto com seus irmãos (Rob e Jim) e os herdeiros de seu falecido irmão John (a viúva Christy e o filho Lukas), Alice Walton compartilha o controle de 45% das ações do Walmart. Participação que também engloba os fundos filantrópicos da família.
Carreira do Walmart às artes
Depois de se formar na Trinity University, no Texas, em 1971, Walton trabalhou por pouco tempo no Walmart como compradora de roupas infantis. Até decidir dedicar sua vida à curadoria de arte, ela presidiu o Crystal Bridges Museum of American Art, museu da família em Bentonville, Arkansas, por uma década. Até se aposentar da função em 2021.
Embora seja creditada como fundadora, quase todos os US$ 1,6 bilhão (R$ 8,6 bilhões) necessários para inaugurar o museu em 2011 vieram de fundos em nome de seu irmão John e de sua mãe. Helen Walton (falecida em 2007).
O trabalho filantrópico de Alice Walton
Nos últimos dez anos, Walton intensificou sua atuação filantrópica. Sobretudo, destinando mais de US$ 6,1 bilhões (R$ 32,9 bilhões) a cinco fundações familiares. Que já desembolsaram mais de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,1 bilhões) de seus recursos até agora.
Por meio da Art Bridges Foundation, Walton investiu mais de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) na aquisição e no empréstimo de obras de arte americanas para mais de 230 museus dos EUA desde a fundação da instituição. Em 2016.
Em conclusão, ela também contribuiu com pelo menos US$ 250 milhões (R$ 1,3 bilhão) para a nova faculdade de medicina Alice L. Walton School of Medicine (AWSOM, na sigla em inglês), em Bentonville, que recebeu sua primeira turma de 48 alunos do curso de medicina em julho de 2025. “A AWSOM ajudará os estudantes de medicina a enfrentar os desafios de saúde do século 21 por meio de uma reimaginação da educação médica. Que incorpora o bem-estar físico, mental, emocional e social”, disse Walton em comunicado, quando anunciou que as mensalidades seriam isentas para as cinco primeiras turmas. “Nosso objetivo é garantir que os alunos tenham uma experiência educacional transformadora.”
Fonte: forbes




