Câmara aprova suspensão da CNH de motorista que usa carro para abandonar animais
A Câmara aprovou projeto que prevê a suspensão da CNH e novas multas para motoristas e condutores de embarcações que utilizarem veículos para abandonar animais.
A Câmara aprovou projeto que prevê a suspensão da CNH e novas multas para motoristas e condutores de embarcações que utilizarem veículos para abandonar animais.
Os candidatos à presidência da República iniciaram ontem (16) a campanha nas ruas do país, que está liberada pelo calendário da Justiça Eleitoral. De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno.
A ApexBrasil anunciou um plano de R$ 210 milhões para ajudar 5,3 mil empresas brasileiras afetadas pelo recente tarifaço dos Estados Unidos a diversificar seus mercados de exportação ao longo de 12 meses.
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Investidores estrangeiros e locais estão reduzindo sua exposição ao Brasil devido ao aumento das incertezas fiscais e à volatilidade esperada para a eleição presidencial de outubro. O cenário de cautela já provoca forte saída de capitais, quedas no real e pressão sobre os juros futuros, com gestores optando por proteger carteiras antes do pleito.
A instalação de uma comissão especial na Câmara dos Deputados marcou o avanço da PEC que propõe a redução da maioridade penal para 16 anos, tema que ainda precisará ser votado pelo colegiado e pelos plenários da Câmara e do Senado.
O governo brasileiro iniciou um processo de reciprocidade econômica e consultas diplomáticas com os EUA para avaliar contramedidas às tarifas unilaterais impostas às exportações nacionais.
O TSE avalia nesta quinta-feira (13) a proibição total do uso de deepfakes na campanha eleitoral, em julgamento que servirá de jurisprudência para as regras de inteligência artificial.
O ECA Digital e a ANPD exigem que redes sociais com mais de 1 milhão de usuários jovens publiquem relatórios semestrais detalhando denúncias de violações e ações de proteção a menores.
A senadora Tereza Cristina ironiza sobre eventuais impactos de sua quase ida para a chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto em suas pretensões de comandar o Senado a partir de fevereiro de 2027.