Dia Nacional de Combate à Cefaleia ressalta o impacto da dor de cabeça na vida diária e aponta hidratação, alimentação e rotina como prevenção
A cefaleia pode aparecer de forma esporádica ou frequente e impacta trabalho, sono e bem-estar. Estresse, poucas horas de sono, jejum e tempo excessivo diante de telas são fatores comuns.
A desidratação e alimentação inadequada também estão ligadas a crises. Beber pouca água, consumir muito cafeína ou álcool ou ficar longos períodos sem comer podem desencadear dor.
Causas e fatores de risco
A enxaqueca é um tipo comum de cefaleia, com dor forte, fotofobia, náusea e dificuldade de concentração. Hormônios, mudanças emocionais e clima podem aumentar a frequência das crises.
Especialistas recomendam manter rotina equilibrada: sono adequado, gestão de estresse, atividade física regular e pausas ao usar computadores e celulares. Esses hábitos ajudam a prevenir episódios.
Sinais de alerta e quando procurar ajuda
Ao surgir dor muito intensa, persistente ou associada a febre, tontura, alteração de visão ou fala difícil, é importante buscar avaliação médica. O diagnóstico ajuda a identificar a causa e o tratamento adequado.
Quando a dor aparece, medidas simples como descansar em ambiente quieto e hidratar-se ajudam. Por outro lado, medicamentos devem ser indicados por profissional de saúde para evitar automedicação frequente.
Fonte: portal tela






