Campo Grande consolida-se como polo econômico de MS
Campo Grande concentra atualmente 146.443 empresas ativas e responde por 41,36% de todos os estabelecimentos em funcionamento em Mato Grosso do Sul, consolidando-se como o principal polo econômico de MS. Os dados da Receita Federal, compilados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), mostram o peso da Capital na atividade econômica sul-mato-grossense e a predominância dos pequenos negócios.
O levantamento aponta que o setor de serviços lidera a economia local, com 84.225 empresas, seguido pelo comércio, com 37.878 estabelecimentos. Também integram a base econômica da cidade a construção civil, com 12.357 empresas, e a indústria, com 10.705, evidenciando uma estrutura diversificada.
Resultado das medidas adotadas para fortalecer o ambiente de negócios
Para a prefeita Adriane Lopes, o desempenho é resultado das medidas adotadas para fortalecer o ambiente de negócios.
“Campo Grande vem criando condições cada vez melhores para quem deseja empreender, investir e gerar empregos. Nosso compromisso é continuar reduzindo a burocracia, modernizando a gestão pública e estimulando o desenvolvimento econômico sustentável.”
Os números também mostram a força dos pequenos empreendedores. Os Microempreendedores Individuais (MEIs) somam 74.624 registros e, junto com as microempresas e empresas de pequeno porte, representam cerca de 95% dos empreendimentos existentes no município.
Segundo o secretário da Semades, Ademar Silva Junior, esse perfil demonstra a importância do segmento para a economia local.
Pequeno empresário
“O pequeno empresário movimenta a economia diariamente. É ele quem gera empregos, presta serviços, movimenta o comércio e contribui para o crescimento da cidade. Por isso, a Prefeitura trabalha para oferecer um ambiente cada vez mais simples e seguro para quem deseja empreender.”
Entre as ações apontadas pela administração municipal, destaca-se a Lei Municipal de Liberdade Econômica. Assim, simplificou-se a abertura de empresas, dispensando a necessidade de alvará para diversas atividades classificadas como de baixo risco.
Dessa forma, a medida reduziu etapas burocráticas, acelerou a formalização de novos negócios e ampliou, portanto, a segurança jurídica para empreendedores.
Além da liderança no número de empresas, por outro lado, a Prefeitura atribui o desempenho econômico à diversificação das atividades produtivas. Isso abrange a participação dos setores de serviços, comércio, construção civil, indústria e agronegócio.
Por fim, a expectativa é que a continuidade da digitalização dos serviços públicos e das políticas de incentivo mantenha o ambiente favorável à expansão dos investimentos ao longo de 2026.
Ao comentar as perspectivas, Adriane Lopes afirmou:
“Quando criamos condições para que as empresas cresçam, toda a cidade cresce junto. Nosso objetivo é continuar construindo um ambiente favorável aos investimentos, fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades para os campo-grandenses.”
Fonte: PM CG





