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Neste Dia Mundial do Combate ao Sedentarismo, OMS dá dicas de como combater esse fator de risco para várias doenças. Foto: Freepik

10 DE MARÇO: Dia Mundial do Combate ao Sedentarismo

O Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo, celebrado hoje, reforça o alerta sobre os riscos da falta de atividade física e destaca a importância do movimento diário para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida

O Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo é celebrado em 10 de março e serve como um alerta sobre os riscos da falta de atividade física, um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O sedentarismo está diretamente associado ao aumento de doenças crônicas, como infarto, diabetes, obesidade, hipertensão, acidente vascular cerebral e alguns tipos de câncer. Além de impactar negativamente a saúde mental. Contribuindo para quadros de ansiedade e depressão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um terço da população adulta mundial é fisicamente inativa, e essa condição é responsável por aproximadamente cinco milhões de mortes todos os anos. Sendo assim, até 2030, quase 500 milhões de pessoas devem desenvolver doenças relacionadas à inatividade física, caso esse cenário não mude.

Pesquisas apontam que o Brasil é o país mais sedentário da América Latina e ocupa a quinta posição no ranking mundial. A cada ano, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças associadas ao sedentarismo. Aqui, segundo o IBGE, 47% dos adultos brasileiros são sedentários. Entre os jovens, a situação é ainda mais alarmante: 84% não praticam atividade física suficiente.

A recomendação da OMS é que adultos pratiquem pelo menos 150 minutos semanais de atividade física. Enquanto crianças e adolescentes precisam de cerca de 60 minutos por dia.

Pequenas mudanças na rotina, como caminhar 30 minutos por dia, levantar-se a cada hora para se alongar, beber água, reduzir o tempo em frente às telas e optar por deslocamentos ativos, já trazem benefícios significativos. Como melhora da circulação, controle do peso, redução da pressão arterial, melhoria do sono e aumento do bem-estar físico e mental.

Em conclusão, movimento é prevenção, é saúde e é autonomia. Cuidar do corpo hoje é garantir mais energia e bem-estar no futuro.

Fonte: OMS