Dos oito planos de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre os candidatos a governador de Mato Grosso do Sul (MS) nas eleições de 2026, seis citam propostas relacionadas à Rota Bioceânica. Algumas promessas se encontram em ideais, já outras se distanciam.
Apenas os candidatos Daniel Lemes (PCO) e Jeferson Bezerra (Agir) não mencionam a Rota Bioceânica em seus planos para assumir o governo de Mato Grosso do Sul (MS).
O corredor logístico deve ampliar a conexão do Brasil, por meio de Mato Grosso do Sul, com outros países da América do Sul.
Delcídio Amaral (PRD)
Delcídio do Amaral concentra sua proposta no protagonismo do governo estadual para viabilizar as estruturas necessárias à operação da Rota. E, além disso, ampliar seus benefícios econômicos para Mato Grosso do Sul.
A proposta, segundo o plano, busca ativar o corredor logístico internacional de conexão com o Oceano Pacífico.
Economista Renato Gomes (DC)
Em seu plano de governo, o economista defende uma “Promoção Internacional pela Rota Bioceânica” como estratégia para atrair turistas estrangeiros.
Ao frisar que os principais investimentos em infraestrutura são de responsabilidade federal, ele defende que Mato Grosso do Sul concentre esforços na promoção internacional do estado, com ações voltadas aos mercados andino, paraguaio e asiático.
Eduardo Riedel (PP)
No plano de governo, o atual governador de Mato Grosso do Sul e candidato à reeleição, Eduardo Riedel (PP), trata a Rota Bioceânica como um ativo “consolidado” de sua gestão.
Para Riedel, o projeto reforça a posição de Mato Grosso do Sul como uma “plataforma logística estratégica para o Brasil e para a integração sul-americana”. O candidato afirma que pretende inserir a Rota Bioceânica em uma matriz logística “intermodal”, ou seja, que integre diferentes meios de transporte, como hidrovias, ferrovias, rodovias e aeroportos.
Entre as propostas apresentadas estão a elaboração e implementação do Programa Estadual de Logística e Transportes (PELT) e a consolidação de corredores logísticos estratégicos para ampliar a integração regional e internacional.







