Ação do projeto “Mediar é Legal” em Corumbá facilita o acesso gratuito a serviços de conciliação e cidadania
O projeto “Mediar é Legal”, desenvolvido pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da comarca de Corumbá, prossegue neste mês com atendimentos gratuitos de mediação e conciliação em bairros e comunidades urbanas e rurais de Corumbá e Ladário. O Cejusc realizará a próxima ação neste sábado (8), às 8h30, no bairro Guanã, na região próxima ao lixão.
A programação também prevê atendimentos em 14 de agosto, às 09h, durante o CRAS Itinerante, em Corumbá; em 15 de agosto, às 08h30, no Passo do Lontra, e às 13h, no Porto Morrinho; em 21 de agosto, às 13h30, no CRAS II de Corumbá; em 22 de agosto, às 08h30, em Albuquerque; em 27 de agosto, às 09h30, no CRAS I; em 28 de agosto, às 09h, no CRAS Albuquerque; e em 29 de agosto, às 08h30, na Praça da Popular Nova.
Com apoio da Prefeitura de Corumbá, a iniciativa busca ampliar o acesso da população aos serviços gratuitos de mediação e conciliação oferecidos pelo Poder Judiciário. E permite que os cidadãos solucionem conflitos por meio de acordos antes de ajuizarem ações judiciais.
Projeto fortalece a resolução de conflitos em Corumbá
O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) vincula o projeto, que o juiz Maurício Cleber Miglioranzi Santos coordena e o Cejusc de Corumbá desenvolve.
Durante as ações, a equipe do Cejusc orienta o público sobre os procedimentos de mediação e conciliação, esclarece quais demandas pode atender e realiza as atermações para agendar audiências. Além disso, a equipe fornece informações sobre a documentação necessária, os canais de atendimento e os procedimentos para formalizar acordos.
De acordo com a organização do projeto, a iniciativa também busca ampliar o conhecimento da população sobre os serviços oferecidos pelo Cejusc. No procedimento pré-processual, as partes podem solicitar diretamente uma audiência de mediação, sem custos, para tentativa de solução consensual de conflitos.
Por fim, as primeiras ações ocorreram em 20 de junho, com atendimentos no Porto da Manga e no Porto Esperança. Desde então, o projeto também passou pelos bairros Padre Ernesto Sassida e Jardinzinho e realizou atividades junto a militares da 18ª Brigada de Fronteira. O atendimento também foi levado a Ladário. Participam da iniciativa os mediadores Amanda Bahati da Costa, Silvia de Fátima Pires, Iris Rodrigues Almeida dos Santos e Lauther da Silva Serra Júnior.





