Hospital de Dourados recebe leitos do Governo de MS
O Governo de MS disponibiliza, por intermédio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), 15 leitos exclusivos para o atendimento de pacientes com Chikungunya no HRD (Hospital Regional de Dourados). Do total, 10 leitos são adultos e 5 pediátricos, disponibilizados (24).
A medida tem caráter transitório e permanecerá vigente enquanto perdurar a necessidade assistencial e busca fortalecer a capacidade de resposta do hospital diante do aumento da demanda por atendimentos relacionados à doença.
Atualmente, o HRD conta com 100 leitos, sendo 20 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), sendo que os leitos exclusivos para Chikungunya estão inseridos dentro dessa estrutura.
De acordo com a diretora-geral do hospital, Andréia Alcântara, a organização da assistência é fundamental neste momento. “Estamos atuando de forma estratégica para garantir o atendimento adequado à população, organizando nossos fluxos internos e destinando leitos específicos para os casos de Chikungunya. Essa é uma medida importante para assegurar qualidade e segurança no cuidado aos pacientes”, destaca.
Prevenção e cuidados
Além da ampliação da assistência, a SES reforça a importância da prevenção como principal forma de enfrentamento da Chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e do Zika vírus.
A infectologista do HRD, Renata Praça, alerta que a eliminação de criadouros do mosquito é fundamental para conter a disseminação da doença. “A principal forma de prevenção é evitar água parada em recipientes como garrafas, pneus, vasos de plantas e caixas d’água destampadas. Pequenas atitudes no dia a dia fazem toda a diferença na redução dos casos”, explica.
A especialista também orienta que, ao apresentar sintomas como febre alta, dores intensas nas articulações, dor de cabeça e manchas na pele, a população deve procurar atendimento de saúde e evitar a automedicação.
Prevenção
A prevenção contra a chikungunya exige ações diárias simples. Em primeiro lugar, elimina criadouros do mosquito Aedes aegypti. Além disso, evita água parada em recipientes como pneus e vasos. Dessa forma, reduz a transmissão da doença.
Atualmente, medidas preventivas fortalecem a saúde coletiva. Por exemplo, usar repelentes protege a pele exposta. Consequentemente, telas em janelas bloqueiam picadas indesejadas. Ainda assim, roupas de mangas longas oferecem proteção extra.
A Chikungunya provoca febre alta e dores articulares intensas. Por isso, o diagnóstico precoce evita complicações. Em síntese, repouso e hidratação aliviam sintomas agudos. Por fim, consultas médicas garantem tratamento adequado.
Nessas circunstâncias, a conscientização comunitária faz diferença. Acima de tudo, pequenas atitudes previnem surtos. Assim, comunidades mais saudáveis enfrentam arboviroses com sucesso.
Fonte: Secom/Gov.br




