AGAMIA: O desinteresse em formar um relacionamento romântico
Entre as tendências que surgem, a agamia com uma proposta radical: a ausência de interesse em formar um relacionamento romântico com outra pessoa.
Entre as tendências que surgem, a agamia com uma proposta radical: a ausência de interesse em formar um relacionamento romântico com outra pessoa.
Com a entrada cada vez mais frequente da Geração Z nascidos entre 1997 e 2012, ou seja, pessoas entre 12 e 27 anos no mercado de trabalho, é natural que a relação gere reclamações e críticas, demandando adaptações das lideranças.
O mercado de trabalho está evoluindo, e o mesmo acontece com as habilidades esperadas pelas empresas no currículo. Os empregadores estão lutando para contratar porque os candidatos não possuem as habilidades necessárias.
Aumenta nos Estados Unidos o número de processos movidos por pessoas físicas contra diversas plataformas de redes sociais. Esse fenômeno é global e as escolas canadenses também já acionaram a Justiça. Nos EUA, porém, o fenômeno é ainda maior.
75% dos candidatos mentem no currículo, segundo uma pesquisa da consultoria de recolocação profissional de executivos DNA Outplacement.
Cair em golpes de estelionatários e perder uma quantia em dinheiro pode gerar sequelas graves, não só para o bolso, mas para o psicológico da vítima. De acordo com dados obtidos por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, Ordem Tributária e Fraudes (Corf), a quantidade de ocorrências cresceu
Os brasileiros estão se casando cada vez menos e se divorciando cada vez mais. Embora a pandemia de Covid-19 tenha alterado pontualmente as estatísticas, essa é tendência foi confirmada pelos novos números da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2022
A Forbes revelou (26) a lista de Top Creators Brasil revelando quais são os maiores criadores de conteúdo e influenciadores digitais do país.
As mídias sociais impactam diretamente a forma como os indivíduos se veem, com a Geração Z verificando suas contas sociais até 100 vezes por dia, os pesquisadores alertaram sobre possíveis problemas de vícios. Outros estudos vão ainda mais longe, alertando para problemas de autoestima e depressão.
O termo “Doomscrolling” vem do inglês e pode ser definido como o comportamento de “rolar a tela” por notícias “ruins” ou negativos, como tragédias, por exemplo.