No momento, você está visualizando Prefeitura  de Dourados e Missão Univida unem forças para levar saúde e assistência às aldeias
Dourados realiza força-tarefa de atendimentos nas aldeias indígenas. Cerca de 400 voluntários participarão da ação humanitária Foto: PM Dourados

Prefeitura de Dourados e Missão Univida unem forças para levar saúde e assistência às aldeias

Dourados realiza força-tarefa de atendimentos nas aldeias

Com apoio da Prefeitura de Dourados e da Diocese de Dourados, a Associação Humanitária Universitários em Defesa da Vida – Missão Univida – vai realizar, entre os dias 20 e 25 de julho, uma grande força-tarefa de atendimentos gratuitos nas aldeias indígenas de Dourados. Cerca de 400 voluntários, entre profissionais da saúde, assistência social e universitários de 19 universidades brasileiras, participarão da ação humanitária.

Durante toda a semana serão oferecidos atendimentos médicos, odontológicos e sociais, além da produção e distribuição de alimentos e atividades recreativas voltadas às famílias indígenas. A expectativa é ampliar o acesso da população aos serviços essenciais e fortalecer o atendimento nas aldeias Jaguapiru e Bororó, além de comunidades em retomadas e acampamentos indígenas.

Reunião para alinhamento dos detalhes da ação

O diácono Erismar Pitarello participou (25) de reunião no gabinete do prefeito Marçal Filho, acompanhado da secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon, para alinhar os detalhes da ação. A Missão Univida, sediada no interior de São Paulo, atua em ações humanitárias em diversas regiões do país.

O prefeito Marçal Filho destacou a importância da união entre poder público, entidades religiosas e voluntários em benefício da população indígena do município. “Essa é uma ação grandiosa, construída com união, solidariedade e compromisso social. A Reserva Indígena de Dourados possui uma população superior a 20 mil pessoas. Nesse sentido, essa população é maior do que a de mais de 40 municípios de Mato Grosso do Sul. De fato, a comunidade precisa constantemente desse olhar humano e dessa rede de apoio”.

Dessa forma, o município busca garantir a assistência necessária para a região. Além disso, a Prefeitura estará ao lado da Missão Univida no projeto. Assim, o governo apoiará a ação oferecendo suporte logístico estratégico para as equipes.

Trabalho de parcerias

Contudo, o trabalho vai além do transporte de insumos. “Afinal, a parceria levará serviços das secretarias municipais para fortalecer esse trabalho tão importante junto às comunidades indígenas”, afirmou o prefeito. Com efeito, os órgãos públicos já definiram suas metas de atuação. Por causa disso, a secretária Shirley Flores Zarpelon confirmou o envolvimento direto da sua pasta.

A Secretaria Municipal de Assistência Social participará ativamente da ação comunitária. Por fim, o órgão atuará com serviços do Cadastro Único (CadÚnico) e atendimentos realizados pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).

Outras secretarias municipais também irão integrar a mobilização, ampliando os serviços oferecidos à população durante a semana de atendimentos.

Criada em 2012 pelo padre Eduardo Lima, da Diocese de Jales (SP), a Associação Humanitária Universitários em Defesa da Vida – Missão Univida reúne universitários e profissionais da área da saúde que atuam em ações sociais voltadas a populações em situação de vulnerabilidade, especialmente na Reserva Indígena de Dourados e em regiões da Amazônia.

Segundo o diácono Erismar Pitarello, a missão busca proporcionar uma experiência transformadora aos participantes. “A Univida se propõe a levar jovens universitários a uma vivência extraordinária, colocando-os em contato com populações em risco social, na expectativa que respondam a esta experiência humanitária tornando-se profissionais conscientes de seu papel social”, ressaltou.

Por fim, o principal ponto de atendimento será a Escola Municipal Tengatui Marangatu, localizada na aldeia Jaguapiru, onde tradicionalmente ocorre a maior parte dos atendimentos. Ao todo, a ação contará com 15 pontos de apoio espalhados pela Reserva Indígena e acampamentos. As escolas Agostinho e Araporã, situadas em regiões mais afastadas, também devem concentrar grande movimento de atendimentos durante o período da missão.

Fonte: PM Dourados