Confiança do comércio cresce em Campo Grande
Após iniciar o ano em queda, em meio ao cenário de juros elevados, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) voltou a avançar em fevereiro, em Campo Grande, atingindo 92,7 pontos. O indicador, apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF/MS), registrou alta de 0,9% em relação a janeiro e sinaliza retomada do otimismo entre os empresários da Capital.
O resultado, em primeiro lugar, interrompe o movimento de retração observado, por sua vez, no início do ano. Além disso, reflete melhora na percepção sobre as condições atuais da economia e da empresa. Também demonstra, do mesmo modo, expectativas mais positivas para os próximos meses. Assim como, por fim, aponta elevação no nível de investimento da empresa.
Ambiente desafiador
De acordo com a economista do IPF/MS, Regiane Dedé de Oliveira, o crescimento do índice demonstra, portanto, uma reação gradual do setor. Isso ocorre, ainda, mesmo diante de um ambiente macroeconômico ainda desafiador.
“A leve alta do ICEC em fevereiro mostra que o empresário começa a enxergar melhores perspectivas para o comércio ao longo do ano. Apesar do cenário de juros elevados ainda exigir cautela, há uma percepção de maior estabilidade e de possibilidade de retomada nas vendas, o que impacta diretamente na disposição para investir”, afirma.
Para o presidente do Sistema Comércio MS, Edison Araújo, o comportamento do indicador é acompanhado de perto por representar um termômetro importante da atividade econômica local, já que o comércio é um dos principais motores da geração de emprego e renda na Capital.
O avanço do ICEC sinaliza, portanto, otimismo crescente no comércio de Campo Grande. Em primeiro lugar, reforça, consequentemente, a resiliência dos empresários locais. Além disso, estimula, por sua vez, investimentos e, ainda, contratações futuras.
Do mesmo modo, demonstra, acima de tudo, capacidade de adaptação a desafios econômicos. Nesse sentido, amplia, igualmente, perspectivas para que, então, o setor cresça definitivamente ao longo do ano.
Por fim, representa um termômetro positivo da economia local. Assim, Campo Grande consolida-se primordialmente como polo comercial dinâmico no MS.
Fonte: Fecomércio-MS




