Sobre os cristãos
O governo chinês exige que todas as religiões se submetam ao Partido Comunista e sigam suas diretrizes ideológicas. Quando cristãos colocam a fé acima da autoridade do Estado, o regime interpreta essa atitude como uma ameaça política.
O Partido Comunista permite apenas igrejas oficiais, registradas e supervisionadas pelo governo. Essas igrejas precisam adaptar sermões, doutrinas e práticas à ideologia do regime. Quando cristãos se recusam a aceitar esse controle e participam de igrejas domésticas, o governo passa a tratá-los como ilegais.
As autoridades chinesas prendem pastores, fecham templos, confiscam Bíblias e proíbem cultos não autorizados. O Estado também usa tecnologia de vigilância para monitorar fiéis, identificar líderes religiosos e impedir reuniões.
O governo persegue cristãos porque teme a organização independente da sociedade. O regime vê qualquer grupo grande, estruturado e com valores próprios como um risco à estabilidade do poder político.
Além disso, o Partido Comunista promove o ateísmo como base ideológica. O governo tenta “sinicizar” o cristianismo, ou seja, forçar a religião a se alinhar à cultura, à política e aos interesses do Estado chinês.
Por esses motivos, o regime chinês reprime cristãos que praticam a fé de forma livre, autônoma e fiel às suas convicções religiosas.
Fonte: R7





