De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (30), o Banco Central informou que o Brasil terminou 2025 com a dívida pública em 78,7% do PIB, abaixo do esperado
A
dívida pública bruta do
Brasil registrou queda em dezembro ante o mês anterior e terminou
2025 abaixo do esperado. Enquanto o
setor público consolidado brasileiro apresentou superávit primário no último mês do ano. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, (30), pelo
Banco Central.A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou dezembro em 78,7%. Contra 79,0% no mês anterior mas acima dos 76,3% no mesmo mês de 2024. Já a dívida líquida do setor público foi a 65,3%, de 65,2% em novembro e 61,3% em dezembro de 2024.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de 79,5% para a dívida bruta e de 65,8% para a líquida.
Em dezembro, o setor público consolidado registrou um superávit primário de R$6,251 bilhões. Acima da expectativa de economistas consultados em pesquisa da Reuters de um saldo positivo de R$3,0 bilhões.
O desempenho mostra que o governo central teve superávit de R$21,572 bilhões no último mês de 2025. Enquanto Estados e municípios registraram déficit primário de R$19,783 bilhões e as estatais tiveram saldo positivo de R$4,463 bilhões, mostraram os dados do Banco Central.
Sobre o Banco Central
Por fim, confira quatro curiosidades do Banco Central.
- O Banco Central define a taxa Selic, principal instrumento da política monetária do país, e influência diretamente os juros praticados em empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras, impactando o consumo e os investimentos.
- O Banco Central controla a quantidade de dinheiro em circulação, ajustando a oferta de moeda para conter a inflação ou estimular a economia, conforme o cenário econômico e as metas estabelecidas pelo governo.
- O Banco Central fiscaliza bancos e demais instituições financeiras, acompanha a saúde do sistema financeiro e adota medidas para prevenir crises, garantindo mais segurança para correntistas, investidores e para a economia como um todo.
- O Banco Central administra as reservas internacionais do país, utilizando esses recursos para proteger a economia brasileira de crises externas, reduzir a volatilidade do câmbio e aumentar a confiança dos investidores no Brasil.
Fonte: istoédinheiro