As autoridades sanitárias do Vietnã concluíram o processo de avaliação técnica e habilitaram mais quatro frigoríficos brasileiros para a exportação de carne bovina com osso e desossada.
Os novos estabelecimentos habilitados estão localizados em Rondônia (2), Mato Grosso do Sul (1) e Tocantins (1). Somando-se a outros quatro já autorizados, situados em Goiás (3) e Mato Grosso (1).
Os dossiês técnicos apresentados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foram avaliados e aprovados. Sendo assim, comprovando o cumprimento dos requisitos sanitários e de inocuidade dos alimentos exigidos para a habilitação dos novos estabelecimentos.
O mercado vietnamita de carne bovina foi aberto em 2025, após décadas de negociação, no âmbito da missão oficial do Presidente da República a Hanói. Que fortaleceu o diálogo bilateral e ampliou as oportunidades de inserção de novos produtos brasileiros naquele mercado. Com as novas autorizações, o Brasil passa a contar com oito plantas habilitadas. Desse modo, dobrando a capacidade atual de oferta e fortalecendo a presença da carne bovina brasileira em um dos países que mais têm expandido o consumo de proteína animal nos últimos anos.
Cabe ressaltar que esse avanço é fruto de intenso diálogo técnico e negocial, consolidando a parceria entre os dois países.
O Mapa seguirá atuando para ampliar o número de estabelecimentos habilitados e diversificar mercados. Contudo, sempre com base na transparência, no robusto sistema oficial de inspeção e controle sanitário e na qualidade dos produtos brasileiros.
Sobre a carne bovina
Em conclusão, descubra duas curiosidades sobre a carne bovina no Vietnã.
Consumo em crescimento: A população vietnamita consome cada vez mais carne bovina, impulsionada pelo crescimento da classe média e pela adoção de hábitos alimentares ocidentais, especialmente nos grandes centros urbanos.
Importações em alta: O Vietnã importa grande parte da carne bovina que consome, e países como Austrália, Estados Unidos e Brasil ampliam sua presença no mercado ao oferecerem escala, competitividade e regularidade no fornecimento.
Fonte: gov.br






