No momento, você está visualizando Com estoque baixo, hospital da UFGD pede doações de leite humano em Dourados
UFGD pede doações de leite humano. Hospital está com estoque abaixo do necessário para atender os cerca de 30 recém-nascidos Foto: Reprodução

Com estoque baixo, hospital da UFGD pede doações de leite humano em Dourados

UFGD pede doações de leite humano

O Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte, do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) pede doações, visto que está com o estoque abaixo do necessário para atender os cerca de 30 recém-nascidos internados nas unidades neonatais.

São aproximadamente 30 litros armazenados, diante de uma demanda de 100 litros por mês. O hospital reforça o apelo a mães que amamentam e têm leite excedente para que façam doações. O serviço oferece orientação especializada e coleta domiciliar em Dourados, Itaporã, Fátima do Sul e Caarapó. Para doar, basta entrar em contato pelo telefone (67) 3410-3002 ou WhatsApp (67) 99102-4146. Uma equipe orienta sobre a retirada e o armazenamento seguro do leite.

A importância do apoio comunitário na saúde neonatal

A consolidação de redes de solidariedade para a doação de leite materno representa um pilar fundamental na recuperação de recém-nascidos prematuros. Por essa razão, a sensibilização contínua das mães lactantes fortalece diretamente a capacidade de atendimento das unidades de terapia intensiva neonatal. Consequentemente, o envolvimento da comunidade em campanhas de doação garante a manutenção de estoques estratégicos em níveis seguros. Além disso, a descentralização do recolhimento domiciliar elimina barreiras logísticas e estimula o engajamento de voluntárias em diferentes municípios da região.

Da mesma forma, a gestão de bancos de leite exige uma estrutura técnica rigorosa para assegurar a qualidade e a segurança dos alimentos processados. Afinal, a pasteurização correta e o controle microbiológico previnem complicações de saúde e protegem os lactentes em situação de vulnerabilidade. Nesse sentido, o suporte profissional prestado às doadoras garante que a coleta ocorra de maneira higiênica e eficiente. Por fim, a integração entre hospitais universitários e a população regional consolida avanços expressivos nos índices de sobrevivência infantil.

O investimento em conscientização pública sobre a amamentação gera impactos positivos duradouros na saúde coletiva e na nutrição infantil. Por exemplo, ações educativas contínuas esclarecem dúvidas frequentes e desmistificam o processo de ordenha e armazenamento do leite humano. Dessa forma, a ampliação do conhecimento incentiva mais mulheres a participarem voluntariamente das redes de apoio hospitalar. Por conseguinte, a colaboração comunitária contínua consolida um ambiente de proteção integral e humanizada para as futuras gerações.

Fonte: Ascom UFGD