Mais Médicos lançou novo edital com 1.524 vagas
O programa Mais Médicos lançou novo edital com 1.524 vagas, com inscrições abertas até 8 de abril, voltadas a regiões do país com maior carência de profissionais de saúde. A iniciativa busca fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), ampliar o acesso da população aos serviços básicos e integrar formação profissional à prática clínica em comunidades vulneráveis, incluindo territórios indígenas.
O 45º ciclo do Mais Médicos prioriza localidades com escassez de médicos, distribuindo as vagas entre 1.351 para equipes de Saúde da Família (eSF), 75 para Consultório na Rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Os selecionados atuarão por até 48 meses, recebendo bolsa-formação de R$ 14.121,63 mensais.
Atualmente, o programa mantém mais de 26 mil médicos em atividade no país
Segundo o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, a iniciativa fortalece a presença de profissionais em regiões prioritárias.
Além disso, ele ressaltou que a medida também qualifica o atendimento prestado à população.
Em sua fala, o secretário afirmou que a inserção de especialistas no SUS potencializa a resolutividade da Atenção Primária. Dessa forma, destacou que isso fortalece os fluxos assistenciais entre os diferentes níveis de atenção. Por fim, afirmou que o conjunto de ações contribui para qualificar o cuidado oferecido à população.
As inscrições devem ser feitas pela Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento. Além disso, cada candidato precisa indicar pelo menos um município de interesse para atuação. O edital contempla médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado pela legislação brasileira. Também abrange brasileiros formados no exterior e médicos estrangeiros habilitados para atuar no país. Contudo, não permite a participação de profissionais já ativos no programa. Nem também de quem tenha sido desligado por irregularidades nos últimos seis meses.
O Mais Médicos também integra ações de formação continuada, combinando prática assistencial e educação profissional. A medida reforça a articulação entre serviços de saúde e instituições de ensino. Além disso, fortalece o vínculo entre essas instituições e as comunidades atendidas. Dessa forma, contribui para consolidar o programa como uma política pública estratégica. Em seguida, ressalta‑se que ele se configura entre as principais iniciativas voltadas à ampliação do acesso à saúde no Brasil.
Fonte: Secom/Gov.br Min. Saúde



