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Preço do gás de cozinha tem reajuste em MS. Novo valor entra em vigor já a partir desta terça-feira (31) no Estado Foto: Reprodução

Gás de cozinha vai ficar até R$ 8,00 mais caro em MS a partir dessa terça-feira

Preço do gás de cozinha tem reajuste em MS

O consumidor de MS já pode ir preparando o bolso para mais um reajuste no preço do gás de cozinha. A novidade nada agradável foi divulgada (30) pelo Sinergás (Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste), confirmando que o novo valor entra em vigor já a partir de terça (31) em Mato Grosso do Sul.

O botijão de 13 quilos (P13), essencial para as famílias prepararem seus alimentos, deve ter um aumento real de R$ 5 a R$ 8 nas revendedoras. A média atual em Campo Grande é de R$ 110,00 a R$ 120,00, com o reajuste aplicado, deve ultrapassar a marca de R$ 125,00.

O motivo para o novo valor é uma combinação de fatores internos e externos. Em especial a alta no preço do diesel, petróleo e gás natural, que são afetados pela guerra entre o Irã e EUA. A guerra não tem previsão para acabar.

“O aumento do diesel e os fatores externos têm elevado os custos logísticos. Isso acaba refletindo no preço final ao consumidor”, ressaltou o presidente do Sinergás, Zenildo Dias do Vale.

Esse contexto pressiona a política de preços da Petrobras, que tende a repassar ao mercado interno as variações internacionais, afetando diretamente produtos como o GLP (Gás Liquefeito De Petróleo), utilizado no botijão de cozinha.

A orientação aos consumidores e comerciantes é se planejarem, diante das possíveis alterações. A entidade destaca que o comportamento dos preços continuará dependendo tanto das condições do mercado interno quanto da evolução da crise energética internacional.

Os impactos do reajuste

o reajuste do gás em MS reflete dinâmicas complexas do mercado energético. Além disso, oscilações internacionais afetam diretamente os custos internos. Nesse sentido, consumidores e empresas precisam monitorar tendências globais com atenção.

Enquanto isso, políticas públicas podem equilibrar interesses. Por exemplo, ajustes no ICMS estadual já foram testados em outros estados. Bem como, incentivos à eficiência energética beneficiam famílias e indústrias. Dessa forma, reduz-se o impacto de variações externas.

Por outro lado, distribuidoras seguem regras da Petrobras. Afinal, o GLP responde a cotações do petróleo mundial. Ademais, logística depende do diesel, sujeito a flutuações. Sobretudo, transparência nas cadeias de suprimento é essencial para todos os envolvidos.

Por fim, o equilíbrio entre mercado livre e regulação estatal define rumos futuros. Assim, diálogo contínuo entre governo, empresas e sociedade fortalece respostas. Dessa maneira, o cenário atual em MS ilustra desafios comuns ao setor energético nacional.

Fonte: Secom/Gov.br