O que muda na alimentação
Agora, a recomendação é aumentar o consumo de carne vermelha, queijos, leite e derivados. Por outro lado, os cereais e carboidratos estão entre os itens para evitar.
Foco em “comida de verdade”
Segundo o secretário de saúde, a observação é de que os estadunidenses “comam comida de verdade”, reduzindo a quantidade de alimentos processados e ricos em açúcar.
Contraste com orientações anteriores
A medida surpreende após os órgãos de saúde local passarem anos aconselhando um consumo moderado de carne vermelha e outros alimentos ricos em gordura. Contudo, as novas diretrizes indicam cozinhar com óleos animais e aumentar o consumo de proteína.
Equilíbrio mantido na dieta
Ainda assim, a orientação segue para que seja realizada uma boa alimentação de frutas e verduras, óleos vegetais saudáveis e cereais.
Impacto das doenças crônicas
No novo comunicado, Robert Kennedy Jr. afirma que 90% dos gastos médicos dos americanos está relacionado a alguma doença crônica, sendo que muitas delas são causadas por uma dieta não balanceada. Além disso, mais de 70% da população está obesa ou possui sobrepeso.
Apoio ao setor produtivo nacional
Por outro lado, ele ainda reitera que o realinhamento visa apoiar agricultores, pecuaristas e empresas americanas que cultivam e produzem “alimentos de verdade”.
Declaração oficial
“Estamos colocando alimentos de verdade de volta ao centro da dieta americana. Alimentos de verdade que nutrem o corpo. Alimentos de verdade que restauram a saúde. Comidas de verdade que fornecem energia e incentivam o movimento e o exercício. Comidas de verdade que fortalecem”, escreve no documento oficial.
Política alimentar e liderança presidencial
“Sob a liderança do Presidente Trump, estamos restaurando o bom senso, a integridade científica e a responsabilidade às políticas federais de alimentação e saúde — e estamos recuperando a pirâmide alimentar e devolvendo-a ao seu verdadeiro propósito de educar e nutrir todos os americanos”, continua.
Nova meta de consumo de proteína
Todavia, a meta de ingestão de proteína passa a ser de 1,2 a 1,6 gramas de por quilograma de peso corporal por dia.
Efeitos práticos das mudanças
Por fim, uma mudança nas diretrizes alimentares altera a distribuição de alimentos e produção de comida em escolas, espaços militares e hospitais, por exemplo.





