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Segundo o MEC, interessados em participar do Pé-de-Meia Licenciaturas 2026, devem se cadastrar exclusivamente pela Plataforma Freire. Foto: Divulgação

MEC abre cadastro para 12 mil bolsas do Pé-de-Meia 2026

MEC abre 12 mil bolsas para o Pé-de-Meia Licenciaturas em 2026 com foco em novos professores

O Ministério da Educação (MEC) iniciou (17), o período de cadastramento de currículo e pré-inscrição de interessados em participar do Pé-de-Meia Licenciaturas 2026. Segundo a pasta, os interessados devem se cadastrar exclusivamente pela Plataforma Freire, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Ao todo, serão concedidas até 12 mil bolsas nesta edição, conforme critérios adicionais de ocupação de vagas estabelecidos em edital. Podem participar candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 650 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que foram aprovados em cursos de licenciatura, na modalidade presencial, por meio de um dos seguintes programas:

Sistema de Seleção Unificada (Sisu);

Programa Universidade para Todos (Prouni);

Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O Pé-de-Meia Licenciaturas oferece uma bolsa mensal no valor de R$ 1.050. O bolsista pode sacar imediatamente R$ 700 desse valor. Por outro lado, os outros R$ 350 irão para uma poupança, e o bolsista só poderá sacar esse valor se ingressar como professor em uma rede pública de ensino em até cinco anos após o término da licenciatura.

Sobre o Pé-de-Meia

 Por fim, descubra quem criou o Pé-de-Meia.

O Ministério da Educação (MEC) criou o Pé-de-Meia durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de 2023, para reduzir a evasão escolar no ensino médio da rede pública. A equipe técnica do MEC elaborou a proposta em parceria com o Ministério da Fazenda, encaminhou o texto ao Congresso Nacional, e deputados e senadores aprovaram o projeto. Em seguida, o presidente sancionou a lei.

O programa concede incentivo financeiro a estudantes de baixa renda inscritos no Cadastro Único e exige matrícula, frequência escolar e participação em avaliações como o Enem, que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira organiza. O governo paga parte do valor ao longo do ano e deposita outra parte em poupança, liberada após a conclusão do ensino médio. Por outro lado, a Caixa Econômica Federal administra as contas.

Fonte: jornal correio