Governador de MS assume presidência do Consórcio Brasil Verde
Como resultado do trabalho já desenvolvido, o governador de MS, Eduardo Riedel, foi eleito (18) por unanimidade, durante reunião online, como presidente do Consórcio Interfederativo sobre o Clima Brasil Verde – cargo ocupado até então pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande.
Assim, o Estado se consolida na luta pela preservação ambiental, com atuação em diferentes frentes que unem sustentabilidade e transição energética, com atenção para todos os biomas presentes em MS – Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica.
“Esse consórcio existe com o objetivo de ajudar os estados a se organizarem no entorno da pauta das mudanças climáticas e de algumas questões ambientais e do desenvolvimento. Com estabelecimento de relações com a União Europeia e Estados Unidos, além de parceiros da América do Sul, sempre com projetos para mercados que são estratégicos para esses estados que participam”, explicou Artur Falcette, secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
Consórcio
O CBV (Consórcio Brasil Verde), criado em 2019, é uma iniciativa pioneira que reúne 15 estados brasileiros em uma ação conjunta para enfrentar as mudanças climáticas.
Além do Mato Grosso do Sul também são membros do CBV os estados do Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.
Entre os principais objetivos do CBV está o auxílio aos estados na conquista de protagonismo nas ações de combate às mudanças climáticas, integrando os diversos biomas e regiões geopolíticas do Brasil.
O Consórcio atua para conciliar desenvolvimento econômico com sustentabilidade climática, além de buscar recursos para a redução de emissões e incentivar ações de adaptação.
“O consórcio tem organização por biomas. Assim, nós já éramos coordenadores do bioma Pantanal. Portanto, já tínhamos essa interlocução. Mas é papel do consórcio. Enfim, ele fez isso nos últimos anos. Por conseguinte, trouxe capacitações para os estados. Além disso, ajudou na elaboração de projetos. Sobretudo, facilitou a captação de recursos internacionais. Assim, serviu de ponte para essa captação. O nosso Estado à frente desse consórcio possibilita um olhar mais estratégico. Portanto, fortalece ações nossas, como o Fundo Clima Pantanal, por exemplo”, explicou Falcette.
Este é o segundo consórcio do qual o governador passa a ser presidente. A posse será no dia 3 de abril. Assim, terá mandato de dois anos. Em janeiro, Riedel assumiu a presidência do Consórcio Interestadual Brasil Central. Por conseguinte, reúne mais seis estados do Brasil. Portanto, traz benefícios em saúde, educação e segurança. Enfim, oferece força política para defender os interesses da região.
Fonte: Secom/Gov.br







