Fumacê passa por bairros de Campo Grande
O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, está sendo reforçado desde (25), em cinco bairros de Campo Grande, por meio da passagem do Fumacê: Noroeste, Maria Aparecida Pedrossian, Tiradentes, São Conrado e Tijuca.
As equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) circularão das 16h às 22h, com o uso do serviço de borrifação ultra baixo volume (UBV) – conhecido como Fumacê.
Para uma maior eficácia do inseticida, é necessário que o morador abra portas e janelas, assim o veneno consegue atingir os locais onde há maior probabilidade de estarem os mosquitos.
Os serviços podem ser adiados ou até mesmo cancelados em caso de chuvas, ventos ou neblina, uma vez que tais atividades meteorológicas prejudicam a aplicação do veneno.
O inseticida atinge os mosquitos adultos, preferencialmente as fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Ainda assim é possível que outras espécies sejam atingidas e, por isso, é necessária uma aplicação criteriosa do veneno.
Confira o itinerário:

A importância do Fumacê
O Fumacê representa, acima de tudo, uma ferramenta preventiva essencial no enfrentamento das arboviroses que afetam a população de Campo Grande. Ainda que o produto atue apenas sobre mosquitos adultos, ele reduz significativamente o número de vetores e, consequentemente, o risco de contágio. Dessa forma, a ação contribui para quebrar o ciclo de transmissão e impedir novos surtos. Além disso, a aplicação do inseticida amplia a proteção coletiva, visto que atinge áreas com maior incidência do mosquito. Assim, o trabalho das equipes da Saúde demonstra um compromisso constante com a segurança e o bem-estar da comunidade. Ao mesmo tempo, a pulverização reforça a necessidade da participação dos moradores, pois a eficácia depende da colaboração de todos.
Manter portas e janelas abertas durante a passagem do carro
Portanto, manter portas e janelas abertas durante a passagem do carro é um gesto simples, mas de grande importância. Em síntese, o Fumacê funciona como uma medida emergencial. Atua, conjuntamente, com o controle mecânico dos criadouros. Assim, integra uma estratégia ampla de combate ao Aedes aegypti. Logo, investir nessa ação significa cuidar da saúde pública. Além disso, permite reduzir gastos hospitalares. Sobretudo, ajuda a preservar vidas. Portanto, protege a população diante das ameaças sazonais representadas pela Dengue, Zika e Chikungunya.
Fonte: PM CG



