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Theo Costa Ribeiro, de 5 anos, se tornou o brasileiro mais novo a entrar para o clube de alto QI

Menino de 5 anos é o brasileiro mais novo a entrar para clube de alto QI

O pequeno brasileiro integrante do clube de alto QI já conseguiu uma bolsa de estudos para a Logos University, na Flórida, Estados Unidos

Theo Costa Ribeiro tem 5 anos e apesar da idade é o brasileiro mais novo a integrar a seleta sociedade de pessoas no clube de alto QI conhecida como Mensa Internacional. Para comprovar o alto nível intelectual do filho, os pais do menino, que moram em São Paulo, foram procurar por testes de QI fora do país.

O garoto foi submetido a um teste de 6 dias- um dos mais completos que existem- e fez 146 pontos, o que equivale a 99,8 de percentual. Isso comprova que com apenas 5 anos o garoto tem a capacidade intelectual de uma pessoa de 15 anos. Anteriormente, o brasileiro Gustavo Saldanha de apenas 8 anos tinha sido o brasileiro mais novo aprovado pela Mensa Internacional com uma pontuação de 140 pontos ou 99,6 percentual.

Embora não tenha aplicado o teste, o PhD em neurociências, Fabiano de Abreu Agrela, que assessora o menino e também outros membros da Mensa, como Saldanha, Laura Büchele e Romeu Gutvilen, disse que o garoto é excepcional.

“Submeteram Theo a 6 dias de testes completos que analisaram todas as nuances cognitivas. Aliás, posso afirmar que temos um promissor gênio brasileiro”, disse o assessor.

O futuro do garoto brasileiro integrante do clube de alto QI

Com os resultados e o reconhecimento internacional, os pais de Theo avaliam as possibilidades sobre o futuro do filho. Que, bem como, conseguiu avançar uma série e cursa o 2º ano do ensino fundamental. Uma ideia é se mudarem para os Estados Unidos onde o filho poderia pular todas as etapas do ensino regular, indo direto para a faculdade. No Brasil, segundo o neurocientista, o Ministério da Educação (MEC) não permite avançar mais de duas séries. Assim, mesmo com os testes comprovando a capacidade intelectual avançada.

O pai do menino, Ygor Tazinaffo, contou como o filho se comportou ao avançar na escola.

“Existia a possibilidade de adiantar mais que um ano, mas optamos por ir aos poucos, pois o emocional é importante também. O Theo foi muito bem e não nos surpreendeu em ter feito amizade rapidamente com os novos colegas”, comentou Tazinaffo.

Desse modo, nesse momento em que eles estudam as possibilidades, o neurocientista diz que não seria problemático avançar no ensino. Portanto, porque o pequeno estaria com seus pares intelectuais, mas como ele é muito novo ainda, é possível esperar um pouco.

Theo já conseguiu uma bolsa de estudos para a Logos University, na Flórida, Estados Unidos. O plano da família e do neurocientista é conseguir bolsas em universidades  como Harvard e Oxford.

Fonte: Pontanegranews, Awebic, indicesbovespa