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Governo Federal investe em três aeroportos de MS. Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã recebem melhorias com R$ 584.221.393,00 Foto: Divulgação

PAC do governo investe R$ 584 mi em aeroportos de três cidades de MS

Governo Federal investe em três aeroportos de MS

O Governo Federal aprovou três projetos de investimento privado para os aeroportos de MS. São mais de meio bilhão de reais previstos no Novo PAC para reformas e ampliação dos terminais aéreos.

Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã recebem as melhorias. Assim, segundo a Casa Civil, a estimativa de investimento para as três cidades de MS é de R$ 584.221.393,00.

Por cidade, os valores ficam:

  • Campo Grande – R$ 213.424.369,00;
  • Corumbá – R$ 157.569.937,00; e
  • Ponta Porã – R$ 213.227.087,00.

Os projetos aprovados com investimento privado estão em execução. Entre os aeroportos sul-mato-grossenses, a evolução das obras é de 79,61% em Ponta Porã; em Corumbá, o valor chega a 67,10%, enquanto a capital, Campo Grande, atingiu 60,43% do total.

Plano de investimento

As três cidades de MS integram o Plano de Investimentos em Ampliação e Modernização de Aeroportos. A iniciativa prevê R$ 5,7 bilhões em financiamentos para 11 terminais administrados pela espanhola Aena, incluindo o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Do montante total, R$ 4,64 bilhões terão apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Então, os recursos beneficiarão os aeroportos de Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA), Altamira (PA), além de Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG).

Dessa forma, os aeroportos de Mato Grosso do Sul se preparam para atender melhor ao fluxo crescente de passageiros. Antes de tudo, Campo Grande ganha posição estratégica como hub regional. Além disso, Corumbá e Ponta Porã fortalecem conexões com o Paraguai e a Bolívia.

Por outro lado, a gestão da Aena assegura padrões internacionais de eficiência. Em síntese, os investimentos impulsionam o turismo e o agronegócio. Ainda assim, o desafio reside na manutenção contínua das obras. Por fim, o Novo PAC posiciona o estado como polo logístico de referência no Centro-Oeste brasileiro.

Fonte: Secom/Gov.br