Bailarino periférico de 13 anos é aprovado em Bolshoi
Mãe de Guilherme, Bethânia Rodrigues conta que o filho demonstra ter nascido com dom para a dança, algo muito intrínseco a ele. Apesar da beleza da vocação, a trajetória do garoto não foi fácil e envolve a superação de discriminação e dificuldades financeiras. “Ele sofreu muito preconceito, tanto de pequeno, antes de entrar na dança, já que também morava em uma comunidade e o modo de se expressar é diferente. Ele sofreu agora, quando estava em Joinville fazendo a audição. Um rapaz adotou um comentário chamando ele de gay”, relata Bethânia.


