Empresas estatais federais registram déficit de R$ 6,7 bilhões em 2024, o maior em 23 anos
O Banco Central informou que as empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 6,7 bilhões em 2024.
O Banco Central informou que as empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 6,7 bilhões em 2024.
A cesta básica de alimentos ficou 14,22% mais cara em 2024, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) publicados (30). Confira quais produtos mais encareceram.
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) iniciou um novo leilão de veículos apreendidos em mais de dez cidades de Mato Grosso do Sul.
O setor público consolidado — formado por estados, união e municípios — registrou déficit primário de R$ 47,6 bilhões em 2024, o equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB). No ano anterior, o déficit somou R$ 249,1 bilhões.
O mercado continua cético com relação a imposição de tarifas a outros países pelo presidente americano Donald Trump, que poderia valorizar a moeda globalmente. Nem mesmo a inflação nos EUA em linha com o esperado deu força ao dólar ante o real.
Os proprietários de veículos automotores do Mato Grosso do Sul têm diversas facilidades na hora de ficar em dia com o fisco. Em 2025, o Governo do Estado de MS, por meio da Secretaria Estadual de Fazenda, permite que o contribuinte realize o pagamento do tributo IPVA via Pix - sistema de pagamento instantâneo.
Entidades do setor financeiro defenderam a atuação técnica e independente do Banco Central no caso Master, destacando que a autonomia do regulador é essencial para a estabilidade e a confiança no sistema financeiro. A seguir, confira mais detalhes sobre.
O Brasil registrou saldo positivo de 1,69 milhão de vagas formais de empregos em 2024. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Os analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo BC (Banco Central) elevaram, pela 15ª vez consecutiva, as expectativas de inflação para 2025.
Balanço das indústrias de construção civil indicou 2024 como um ano em que a mão de obra foi fator decisivo para o aumento de custos no setor. Esses custos acumularam crescimento de 6,54% no ano passado, segundo o Sinduscon-SP, sindicato patronal das empresas paulistas.