Leia mais sobre o artigo Juros mais altos e desaceleração da economia podem piorar níveis de inadimplência; veja como se preparar
Os juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC), anunciada (29), levou a taxa básica do país (Selic) ao maior patamar desde setembro de 2023 – e agora acende uma luz amarela sobre o endividamento e inadimplência no país. - Foto: Arquivo/ unsplash.

Juros mais altos e desaceleração da economia podem piorar níveis de inadimplência; veja como se preparar

Os juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC), anunciada (29), levou a taxa básica do país (Selic) ao maior patamar desde setembro de 2023 – e agora acende uma luz amarela sobre o endividamento e inadimplência no país.

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Em 2024, cesta básica de alimentos teve um aumento de 14,2%, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Foto: Banco de imagens

Cesta básica de alimentos ficou 14,2% mais cara em 2024; veja itens que mais subiram

A cesta básica de alimentos ficou 14,22% mais cara em 2024, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) publicados (30). Confira quais produtos mais encareceram.

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O resultado desse déficit primário em 2024 teve divulgação no relatório de Estatísticas Fiscais do Banco Central nesta sexta-feira (31). - Foto: Reprodução.

Contas públicas têm déficit primário de R$ 47,6 bilhões em 2024, diz BC

O setor público consolidado — formado por estados, união e municípios — registrou déficit primário de R$ 47,6 bilhões em 2024, o equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB). No ano anterior, o déficit somou R$ 249,1 bilhões.

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Nem mesmo a inflação nos EUA em linha com o esperado, que faz o dólar subir lá fora, valoriza a divisa ante o real, e assim, houve a maior queda mensal desde março de 2022. - Foto: Arquivo/ unsplash.

Dólar inverte e cai; moeda deve registrar a maior queda mensal em quase 3 anos

O mercado continua cético com relação a imposição de tarifas a outros países pelo presidente americano Donald Trump, que poderia valorizar a moeda globalmente. Nem mesmo a inflação nos EUA em linha com o esperado deu força ao dólar ante o real.

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Entidades que representam bancos, financeiras e fintechs divulgaram (27) uma nota conjunta em defesa da atuação do Banco Central (BC) no caso da liquidação do Banco Master. Foto: agência brasil

Entidades financeiras defendem atuação do Banco Central no caso Master

Entidades do setor financeiro defenderam a atuação técnica e independente do Banco Central no caso Master, destacando que a autonomia do regulador é essencial para a estabilidade e a confiança no sistema financeiro. A seguir, confira mais detalhes sobre.

Leia mais sobre o artigo Saldo de empregos volta a subir em 2024 e soma 1,7 milhão, diz Caged
O Brasil registrou saldo positivo de 1,69 milhão de vagas formais de empregos em 2024. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). - Foto: Reprodução/ Ag. Brasil.

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Custos da mão de obra no setor da construção civil cresceram 6,54% em 2024. - Foto: Divulgação/ Ag. Brasil.

Demanda por mão de obra segue aquecida na construção civil

Balanço das indústrias de construção civil indicou 2024 como um ano em que a mão de obra foi fator decisivo para o aumento de custos no setor. Esses custos acumularam crescimento de 6,54% no ano passado, segundo o Sinduscon-SP, sindicato patronal das empresas paulistas.

Leia mais sobre o artigo Com dólar alto, Brasil cai para 10ª posição em ranking da maior economia do mundo
Em 2024, o dólar  acumulou uma alta de 27% frente ao real, a maior dos últimos 4 anos, o que impactou na posição do Brasil no ranking da maior economia mundial. -Foto: Arquivo/ freepik.

Com dólar alto, Brasil cai para 10ª posição em ranking da maior economia do mundo

Apesar da expectativa de aceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024, segundo as projeções atualizadas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global, o Brasil caiu da 9ª para a 10ª posição no ranking da maior economia do mundo devido à desvalorização do real frente ao dólar e deve se manter nesta posição também em 2025.