Correntistas ainda têm R$ 7,2 bilhões em contas inativas
Os correntistas ainda têm R$ 7,299 bilhões em contas inativas de bancos e outras instituições, segundo dados do Sistema Valores a Receber (SVR) atualizados (11) pelo Banco Central.
Os correntistas ainda têm R$ 7,299 bilhões em contas inativas de bancos e outras instituições, segundo dados do Sistema Valores a Receber (SVR) atualizados (11) pelo Banco Central.
O Banco do Brasil (BB) informou que vem apoiando seus clientes na elaboração de projetos geradores de crédito de carbono, principalmente na modalidade desmatamento evitado REDD+, o que representou até agosto deste ano, a proteção de mais de 500 mil hectares.
O governo federal enviou ao Congresso a proposta de aumento de 7,7% no valor do salário mínimo em 2024, de R$ 1.320 para R$ 1.421. Caso a proposição seja aprovada, ela terá reflexos não só na remuneração dos trabalhadores, mas também em benefícios.
O preço da cesta básica de alimentos caiu em 16 capitais no mês de agosto, em comparação a julho. As maiores quedas ocorreram em Natal (5,2%), Salvador (3,3%), Fortaleza (2,8%), João Pessoa (2,7%) e São Paulo (2,7%).
A avaliação realizada pela equipe responsável pelas Políticas Operacionais e de Crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) junto a gestão estadual foi um sucesso. Isso porque a Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda) reforçou os compromissos com a solidez fiscal, econômica e financeira do Governo de Mato Grosso do Sul. A informação foi demonstrada pela Secretaria em reunião com representantes do Banco.
O dólar inverteu o sinal e passou a opera em baixa nesta quarta-feira (6), véspera de feriado no Brasil, o que faz com que o pregão tenha um volume menor de negociações e menos liquidez.
A Câmara dos Deputados aprovou (5) o texto-base do projeto de lei (PL) que regulamenta o Desenrola e limita os juros do rotativo no cartão de crédito. Com a aprovação dos deputados, o texto segue para análise do Senado Federal.
Nos bastidores dos debates no Lide Brazil Development Forum, na capital dos Estados Unidos, a preocupação das autoridades presentes era como o governo irá fazer para cumprir a meta de deficit zero no ano que vem.
A equipe econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conta com um aumento significativo da arrecadação de impostos em 2024 para atingir a meta de "déficit zero" nas contas do governo, incluída na proposta do Orçamento de 2024.
O governo estima arrecadar R$ 2,191 trilhões em 2024 para cobrir gastos previstos de R$ 2.188 trilhões. Desta maneira, cumprirá a meta de zerar o saldo das contas pública, que este ano deve ficar negativo em R$ 146 bilhões.