Desigualdades marcam formalização do trabalho entre jovens brasileiros
Pesquisa da Fundação Itaú revela que a formalização no mercado de trabalho para jovens brasileiros esbarra em profundas desigualdades sociais, raciais e regionais.
Pesquisa da Fundação Itaú revela que a formalização no mercado de trabalho para jovens brasileiros esbarra em profundas desigualdades sociais, raciais e regionais.
O BNDES iniciou tratativas com a PF e a Interpol para firmar uma parceria focada no compartilhamento de dados, inteligência financeira e prevenção à lavagem de dinheiro, visando blindar suas operações contra fraudes transnacionais.
A bolsa brasileira registrou o segundo pior desempenho entre 21 mercados globais em agosto, com queda acumulada de 8,54% em dólares. O recuo foi intensificado pela fuga de capital estrangeiro e pela alta da moeda americana.
Bancários realizam uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (20) em protesto contra a falta de propostas da Fenaban na campanha salarial de 2026, com o atendimento presencial podendo ser afetado enquanto os canais digitais seguem funcionando.
Uma pesquisa Genial/Quaest aponta que o Pix é a instituição mais confiável do Brasil, com 80% de aprovação popular, superando entidades tradicionais como a Igreja Católica (76%) e a Polícia Militar (75%). O sistema de pagamentos do Banco Central lidera o ranking de credibilidade, mesmo em meio a debates políticos e questionamentos internacionais.
Estudo do Sebrae revela que empreender na terceira idade pode triplicar a renda dos negócios formalizados, que atingiram média de R$ 7.458. A pesquisa destaca o crescimento do grupo 60+, melhorias na escolaridade e os desafios ainda existentes em relação à formalização previdenciária.
Para driblar o tarifaço imposto pelos EUA, a Apex vai investir R$ 30 milhões no mercado americano para negociar novas isenções e apoiar as empresas brasileiras afetadas, enquanto aplica um plano paralelo de R$ 210 milhões para diversificar as exportações para 36 novos países.
Em junho de 2026, a dívida bruta do setor público do Brasil atingiu 81,9% do PIB (R$ 10,8 trilhões), o maior nível desde 2021. Impulsionado por despesas elevadas, juros altos e déficits primários consecutivos, o endividamento poderá chegar a 100% do PIB em 2032, caso a trajetória fiscal atual persista.
Em junho de 2026, o número de empresas inadimplentes no Brasil alcançou o recorde histórico de 9,1 milhões, acumulando R$ 232,9 bilhões em dívidas. Desse total, 95% são micro e pequenas empresas, fortemente afetadas pela taxa Selic a 14% ao ano e pela retração no consumo das famílias.
O Ministério da Fazenda informou que mais de 5 milhões de brasileiros estão impedidos de apostar em bets, unindo medidas de autoexclusão, restrições a devedores do Desenrola e beneficiários de programas sociais, como parte da estratégia para desincentivar o jogo no país.