Leia mais sobre o artigo FMI reduz para 1,6% previsão de crescimento do Brasil em 2026
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira para 2026, e colocou o Brasil entre os poucos grandes países que tiveram revisão negativa nas estimativas para esse ano. Foto: Reprodução:/AFP/CP

FMI reduz para 1,6% previsão de crescimento do Brasil em 2026

O FMI reduziu a previsão de crescimento da economia do Brasil em 2026 para 1,6%, citando os efeitos prolongados da política monetária restritiva e dos juros elevados. Enquanto o cenário global foi revisado para cima, impulsionado por investimentos em tecnologia e inteligência artificial, o Brasil ficou entre os poucos grandes países com revisão negativa.

Leia mais sobre o artigo Faturamento na indústria cresce, mas emprego cai pelo 3º mês seguido
Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou, (19), o faturamento na indústria cresceu em novembro, mas emprego caiu pelo 3º mês seguido. Foto: Freepik

Faturamento na indústria cresce, mas emprego cai pelo 3º mês seguido

O faturamento da indústria brasileira cresceu em novembro, mas o emprego no setor caiu pelo terceiro mês consecutivo, segundo dados da CNI. A entidade aponta que o aperto monetário e a desaceleração gradual da atividade industrial no segundo semestre de 2025 influenciaram o desempenho do mercado de trabalho. Apesar da recente queda, o emprego ainda acumula crescimento no ano, enquanto os salários registraram alta no mês após uma sequência de recuos.

Leia mais sobre o artigo Economistas projetam déficit fiscal de R$ 72,4 bi em 2026 e R$ 52 bi em 2027
Economistas projetam, segundo o relatório Prisma divulgado (15), um déficit fiscal de R$ 72,4 bilhões em 2026 e de R$ 52 bilhões em 2027. Foto: Freepik

Economistas projetam déficit fiscal de R$ 72,4 bi em 2026 e R$ 52 bi em 2027

A matéria aborda as projeções de economistas para o déficit fiscal do governo central em 2026 e 2027, com base no relatório Prisma do Ministério da Fazenda. O texto detalha as estimativas para resultado primário, dívida pública, receitas e despesas, além de explicar o impacto da taxa Selic sobre o endividamento e as metas fiscais estabelecidas pelo governo.

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Segundo estudo do BCG, Brasil deve liderar novo ciclo comercial com China e BRICS até 2034. Foto: Divulgação/Claudio Neves

Brasil deve liderar novo ciclo comercial com China e BRICS até 2034

O Brasil está posicionado para liderar um novo ciclo comercial com China e BRICS até 2034. Com vantagens competitivas em agricultura, energia limpa e mercado interno robusto, o país deve assumir papel de destaque nas novas rotas comerciais entre países emergentes, mesmo diante de barreiras tarifárias e tensões geopolíticas.

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O turismo brasileiro teve faturamento de R$ 185 bilhões de janeiro a outubro de 2025. Foto: agência brasil

Turismo brasileiro tem faturamento recorde de R$ 185 bi em 2025

O turismo brasileiro teve faturamento de R$ 185 bilhões de janeiro a outubro de 2025 e bateu recorde em valores já registrados no setor. Segundo levantamento mais recente da Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano passado foi histórico para o turismo brasileiro e consolidou uma trajetória de crescimentos consecutivos, especialmente na arrecadação.

Leia mais sobre o artigo FGV: Educação, passagem aérea e alimentos aceleram inflação ao consumidor no IGP-10 de janeiro
Segundo informou a Fundação Getúlio Vargas, educação, passagem aérea e alimentos aceleraram inflação ao consumidor no IGP-10 de janeiro. Foto: agência brasil

FGV: Educação, passagem aérea e alimentos aceleram inflação ao consumidor no IGP-10 de janeiro

A inflação ao consumidor, medida pelo IPC-10 (dentro do IGP-10), registrou uma alta de 0,39% em janeiro, apresentando um avanço em relação aos 0,21% observados em dezembro. Segundo a FGV, esse movimento foi impulsionado principalmente por fatores sazonais e custos de serviços. A seguir, veja mais detalhes sobre.

Leia mais sobre o artigo Preço do aluguel subiu 9,44% em 2025, o dobro da inflação, aponta FipeZap
Preço do aluguel subiu 9,44% em 2025, o dobro da inflação, aponta FipeZap. Na comparação com os anos anteriores, o índice apresentou desaceleração, já que registrou 16,55%, em 2022; 16,16%; em 2023 e 13,50%, em 2024. Foto: agência brasil

Preço do aluguel subiu 9,44% em 2025, o dobro da inflação, aponta FipeZap

Nesta matéria vamos abordar a alta do preço do aluguel em 2025, que superou a inflação medida pelo IPCA, segundo o índice FipeZap. Além disso, iremos detalhar a variação dos aluguéis nas principais capitais do país, destaca as cidades com maiores e menores altas, apresenta os preços médios por metro quadrado e analisa o comportamento do mercado imobiliário diante da desaceleração observada em relação aos anos anteriores.

Leia mais sobre o artigo União paga R$ 10,95 bilhões de dívidas de estados
União desembolsa bilhões para cobrir dívidas de estados inadimplentes e amplia impacto fiscal sobre contas públicas. Foto: Freepik

União paga R$ 10,95 bilhões de dívidas de estados

A matéria explica como a União pagou bilhões em dívidas atrasadas de estados e municípios, detalha o funcionamento das garantias honradas pelo Tesouro e destaca o Propag e as medidas especiais adotadas para estados endividados.

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Segundo o governo, o Orçamento da União para 2026 será de R$ 6,54 trilhões. Foto: Reprodução/ iStock

Governo sanciona Orçamento de 2026 e veta R$ 400 milhões em emendas

O governo federal sancionou a Lei Orçamentária Anual que estabelece o Orçamento de 2026, fixando as despesas e estimando as receitas da União. A norma prevê superávit, aumento do salário mínimo e recursos expressivos para áreas como Saúde, Educação e programas sociais. Durante a sanção, o presidente vetou quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares por irregularidades legais, decisão que ainda será analisada pelo Congresso Nacional.

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Teto do seguro-desemprego subirá de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65 após reajuste. Diferença de R$ 94,54. Foto: Reprodução/agência brasil

Teto do seguro-desemprego sobe para R$ 2.518,65 após reajuste

O governo reajustou o teto do seguro-desemprego para R$ 2.518,65, após correção de 3,9% baseada no INPC de 2024. O piso do benefício também subiu, acompanhando o aumento do salário mínimo. Os novos valores já estão em vigor e valem tanto para quem recebe o benefício quanto para quem ainda vai solicitar.