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Bad Bunny fez o show mais visto da história do Super Bowl durante intervalo do evento esportivo no último fim de semana. Foto: Reprodução/Carlos Barria/Reuters

Bad Bunny tem show mais visto da história do Super Bowl; Trump reage com críticas

O show de Bad Bunny no Super Bowl teve audiência de 135 milhões de pessoas em todo o mundo

Bad Bunny transformou o Levi’s Stadium em uma vibrante homenagem a Porto Rico durante o show do intervalo do Super Bowl (8), proporcionando uma viagem cheia de energia pela cultura da ilha, com a participação surpresa de Lady Gaga e uma homenagem do pioneiro do reggaeton Daddy Yankee.

O espetacular intervalo marcou um momento histórico para a música latina no maior palco dos Estados Unidos, após a apresentação recorde de Kendrick Lamar no ano passado. Que atraiu mais de 130 milhões de espectadores. Com Bad Bunny usando a plataforma para celebrar sua herança cultural e, ao mesmo tempo, consolidar o lugar do reggaeton na cultura mainstream norte-americana.

Segundo levantamento da NBC, o show de Bad Bunny teve audiência de 135 milhões de pessoas em todo o mundo. Batendo recordes como a apresentação mais vista da história do evento.

Bad Bunny abusou do estilo em sua apresentação no Super Bowl

Vestido com um terno branco e usando no pulso esquerdo um Royal Oak de 37 milímetros em ouro amarelo de 18 quilates e mostrador em malaquita polida (lançado semana passada pela Audemars Piguet no AP Social Club, em Andermatt, Suíça), o astro de 31 anos abriu o show com “Tití Me Preguntó”. Enquanto caminhava por cenas cuidadosamente elaboradas da vida porto-riquenha. Agricultores com chapéus tradicionais, jogadores de dominó e boxeadores.

Ele atingiu o auge da apresentação no palco secundário chamado “La Casita” (a casinha), cantando “Yo Perreo Sola”, “Safaera” e “Party”. Enquanto celebridades como Pedro Pascal, Karol G, Cardi B e Jessica Alba dançavam na multidão.

Ricky Martin apareceu para “LO QUE LE PASÓ A HAWAii” enquanto Bad Bunny hasteava a bandeira porto-riquenha e cantava “El Apagón”, com o estádio explodindo em luzes antes de ele apresentar “CAFé CON RON” e gritar “Deus abençoe a América!” enquanto nomeava todos os países do continente durante um desfile de bandeiras.

“A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor” foi exibido no estádio, enquanto ele se despedia do público com “DtMF”, a faixa-título de seu álbum do Grammy, “Debí Tirar Más Fotos”.

A reação de Trump a Bad Bunny

A escolha de Bad Bunny, cujo nome completo é Benito Antonio Martinez Ocasio, para se apresentar no show do intervalo gerou críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. E de outros conservadores devido às críticas abertas do artista à política de imigração dos EUA.

Trump criticou a apresentação — realizada principalmente em espanhol e que celebrava a cultura latina — em uma longa postagem no Truth Social (8). Ecoando meses de indignação da direita com a decisão da NFL de escolher o cantor porto-riquenho. Que já havia criticado as políticas de imigração restritivas do governo dos EUA.

“O show do intervalo do Super Bowl é absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos!”, escreveu Trump na rede social.

O presidente chamou o show de “uma afronta à grandeza da América” ​​e afirmou que “não representa nossos padrões de sucesso. Além de criatividade ou excelência”, sem explicar o porquê de sua opinião. Trump também reclamou que a maior parte da apresentação foi em espanhol, dizendo: “Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo”.

Sem especificar o que queria dizer, o presidente também classificou a dança durante a apresentação como “nojenta, especialmente para as crianças pequenas que estão assistindo”.

Fonte: Forbes